terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Gesso na construção civil

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Definição
Gesso é o termo genérico de uma família de aglomerantes simples, constituídos basicamente de sulfatos mais ou menos hidratados e anidros de cálcio; são obtidos pela calcinação da gipsita natural, constituída de sulfato biidratado de cálcio geralmente acompanhado de uma certa proporção de impurezas, como sílica, alumina, óxido de ferro, carbonatos de cálcio e magnésio.

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Coberturas e telhados

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COBERTURA

Entende-se por cobertura a parte superior da edificação, protetora das intempéries, constituída por um elemento de suporte resistente (laje, estrutura de madeira, estrutura metálica) e conjunto de componentes com função de vedação (telhado), podendo apresentar ainda isolação térmica, acústica, forro e impermeabilização

Índice da apostila

1. COBERTURA
1.1. Componentes do telhado
1.2. Estrutura de suporte
1.3. Telhas (adaptado de trabalho apresentado por Paliari, 2001)
1.3.1. Telhas cerâmicas
1.3.1.1. Tolerâncias dimensionais
1.3.1.2. Aspectos gerais
1.3.1.3. Inspeção
1.3.1.4. Aceitação e rejeição
1.3.1.5. Projeto e execução de telhados com telhas cerâmicas
1.3.2. Telhas de concreto
1.3.2.1. NBR 13.858 – 1 (1997)
1.3.2.2. NBR 13.858 – 2 (1997)


2. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Fonte: Prof. Angelo Just da Costa e Silva (MSc.)

Apostila sobre Águas Pluviais - Engenharia civil

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Conteúdo

1 Instalações prediais de águas pluviais

2 Terminologia

3 Componentes da instalação
3.1 Formato das calhas
3.2 Tipos de calhas
3.3 Materiais utilizáveis

4 Projeto de instalações prediais de águas pluviais
4.1 Principais prescrições da NBR 10844 a serem observadas e adotadas
4.2 Fatores meteorológicos
4.2.1 Duração da precipitação
4.2.2 Período de retorno
4.2.3 Intensidade de precipitação
4.3 Área de contribuição
4.4 Vazão de projeto
4.5 Dimensionamento das calhas
4.6 Dimensionamento dos condutores verticais
4.7 Caixa de areia
4.8 Dimensionamento dos condutores horizontais
4.9 Modelos comerciais
4.10 Apresentação do projeto

5 Referências Bibliográficas

FONTE:
Prof. Enedir Ghisi, PhD
Eloir Carlos Gugel, Eng. Civil

Florianópolis, Junho

Apostila sobre Materiais de Construção básicos

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GUIA DIDÁTICO

UNIDADE A
INTRODUÇÃO AOS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO
Classificação
Propriedades gerais dos materiais
Esforços mecânicos
Atividades 

UNIDADE B
NOÇÕES DE GEOLOGIA
Rochas na Engenharia
Minerais
Formação e classificação das rochas
PEDRAS NATURAIS COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO
Principais características das rochas como materiais de construção
Principais rochas utilizadas como material de construção
Atividade

UNIDADE C
AGREGADOS
Classificação
Pedra brita
Areia
Cascalho 
Argila expandida
Escória de alto forno 
Atividade
PROPRIEDADES FÍSICAS E ENSAIOS COM AGREGADOS MIÚDOS
Granulometria 
Dimensão máxima característica
Módulo de finura
Substâncias nocivas
Massa unitária ou massa específica aparente
Teor de umidade
Coeficiente de vazios
Atividade
PROPRIEDADES FÍSICAS E ENSAIOS COM AGREGADOS GRAÚDOS
Granulometria
Dimensão máxima característica
Módulo de finura
Substâncias nocivas
Massa unitária ou massa específica aparente
Massa específica real ou absoluta
Resistência a abrasão 
Resistência ao esmagamento
Formato dos grãos 
Coeficiente de vazios
Atividade 

UNIDADE D
INTRODUÇÃO AOS MATERIAIS CERÂMICOS
Argila como material de construção
Processo de fabricação dos materiais cerâmicos
BLOCOS E TIJOLOS CERÂMICOS
Paredes de blocos cerâmicos
Atividade de pesquisa
TELHAS CERÂMICAS
Atividade 98
REVESTIMENTOS CERÂMICOS
Atividade
LOUÇAS SANITÁRIAS 
MATERIAIS CERÂMICOS ESPECIAIS

UNIDADE E
AGLOMERANTES 
Aglomerantes minerais 
Gesso
Cal aérea
Atividade 
A ORIGEM DO CIMENTO PORTLAND 131
Cimento
Cal hidráulica
Outros aglomerantes
Atividade

Fonte:
INSTITUTO FEDERAL SUL-RIO-GRANDENSE
UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL

 Sabrina Elicker Hagemann

WEG - Caracteristicas e especificacoes de geradores

WEG-Apostila sobre as características e especificações de geradores

1. INTRODUCAO
1.1. HISTORICO
1.2. NOCOES DE APLICACOES
1.2.1. Tipos de acionamentos
2. NOCOES FUNDAMENTAIS
2.1. PRINCIPIO DE FUNCIONAMENTO
2.2. GERACAO DE CORRENTE TRIFASICA
2.3. COMPORTAMENTO DO GERADOR EM VAZIO E SOB CARGA
2.4. MAQUINAS DE POLOS LISOS E SALIENTES
2.5. REATANCIAS
2.6. POTENCIA EM MAQUINAS DE POLOS SALIENTES
2.7. DEFINICOES
3. GERADORES WEG
3.1. NORMAS APLICAVEIS
3.2. GERADORES COM EXCITACAO POR ESCOVAS
3.3. GERADORES COM EXCITACAO SEM ESCOVAS (BRUSHLESS)
3.4. GERADORES COM EXCITACAO SEM ESCOVAS PARA APLICACOES ESPECIAIS
3.5. MOTORES SINCRONOS
3.6. REGULADOR DE TENSAO
3.7. TEMPO DE REGULAGEM DA TENSAO (TEMPO DE RESPOSTA)
4. CARACTERISTICAS DO AMBIENTE
4.1. ALTITUDE
4.2. TEMPERATURA AMBIENTE
4.3. DETERMINACAO DA POTENCIA UTIL DO GERADOR NAS DIVERSAS CONDICOES DE TEMPERATURA E ALTITUDE
4.4. ATMOSFERA AMBIENTE
4.5. GRAUS DE PROTECAO
4.6. LIMITES DE RUIDO
4.7. VIBRACAO
4.8. VENTILACAO
4.9. ACESSORIOS E ESPECIALIDADES
5. CARACTERISTICAS DE DESEMPENHO
5.1. POTENCIA NOMINAL
5.2. ELEVACAO DE TEMPERATURA - CLASSE DE ISOLAMENTO
5.3. QUEDA DE TENSAO
5.5. SOBREVELOCIDADE
5.6. CORRENTE DE CURTO-CIRCUITO
5.7. CONVERSAO DE REATANCIAS
5.8. PROTECAO DO GERADOR
5.9. REGIME DE SERVICO
5.10. DIAGRAMA DE CARGA
5.11. OPERACAO EM PARALELO DE GERADORES
5.12. CALCULO DA BOBINA DE ATERRAMENTO DO PONTO ESTRELA DE GERADORES
6. CARACTERISTICAS CONSTRUTIVAS
6.1. COMPONENTES PRINCIPAIS
6.2. PLACA DE IDENTIFICACAO
6.3. PINTURA - GERADORES PARA APLICACAO INDUSTRIAL GERAL
6.4. TERMINAIS DE ATERRAMENTO
6.5. MANCAIS
6.6. FORMA CONSTRUTIVA
7 . SELECAO DE GERADORES
7.1. CARACTERISTICAS NECESSARIAS PARA A CORRETA SELECAO .60
7.2. PRINCIPAIS APLICACOES DE GERADORES
8. ENSAIOS

9. COLETANEA DE FORMULAS

Para baixar o arquivo na íntegra Clique aqui

Fonte: WEG

Alvenaria Estrutural - Engenharia civil

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Alvenaria Estrutural

1. Sistemas Estruturais
Podemos citar diferentes sistemas estruturais a serem adotados durante a concepção do projeto de uma edificação. A escolha do sistema adequado se dá em função do uso da edificação, de custos e recursos.



1.1 Totalmente Estruturado
Quando os elementos estruturais de sua supra estrutura são lajes, vigas e pilares previamente dimensionados e que tem a finalidade de resistir ao seu peso próprio e a todas as cargas atuantes.

O material adotado também deve ser escolhido de acordo com o projeto, podendo, estas estruturas, serem construídas em concreto armado, madeira, alumínio ou aço.
Nestes casos, as paredes funcionam como elementos de vedação, sem responsabilidade estrutural (carregar cargas), as mesmas podem ser total ou parcialmente removidas sem que o equilíbrio do conjunto seja prejudicado.

As paredes externas, normalmente, são construídas em alvenaria ou outro elemento que garanta a durabilidade e a estanqueidade do interior da edificação. As paredes internas podem ser do mesmo material que as externas ou ainda de gesso acartonado, painéis de madeira, fórmica, aglomerados em geral ou similares.

É um sistema tradicionalmente adotado em edificações de grande porte.

1.2 Alvenaria Estrutural
A alvenaria é um sistema construtivo que utiliza peças industrializadas de dimensões e peso que as fazem manuseáveis, ligadas por argamassa, tornando o conjunto monolítico.

Estas peças industrializadas podem ser moldadas em:
Cerâmica
Concreto
Sílico-calcáreo

A alvenaria estrutural é um sistema construtivo tradicional, utilizado à milhões de anos. Inicialmente eram utilizados blocos de rocha como elementos de alvenaria, mas a partir do ano 4.000 a.C. a argila passou a ser trabalhada possibilitando a produção de tijolos.
O sistema construtivo desenvolveu-se inicialmente através do simples empilhamento de unidades, tijolos ou blocos. Os vãos eram executados com peças auxiliares, como vigas de madeira ou pedra.

Ao passar do tempo, foi descoberta uma alternativa para a execução dos vãos: os arcos. Estes seriam obtidos através do arranjo entre as unidades. Assim foram executadas pontes e outras obras de grande beleza, obtendo maior qualidade à alvenaria estrutural. Um exemplo disso é a parte superior da igreja de Notre Dame, em Paris.

Para baixar o material na íntegra acesse:  Alvenaria Estrutural.


Fonte PUCRS- Profa Sílvia Maria Baptista Kalil


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Glossário de termos técnicos - Geologia, Mecânica dos solos e Obras de Terra

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Obras de terra, Mecânica dos Solos e Geologia 

Leque aluvial – massa de aluvião esparramada, levemente inclinada, depositada por uma corrente, especialmente em uma região árida ou semi-árida, onde o fluxo sai de um desfiladeiro estreito em direção a uma planície ou vale. Visto de cima, tem a forma de um leque aberto, sendo o ápice na boca do vale.
Plano de estratificação / acamamento
– em rochas sedimentares ou estratificadas, é a divisão de planos que separa cada camada ou leitos sucessivos, da parte superior para a inferior. É comumente marcado por uma mudança visível na litologia ou cor.
Manto rochoso rocha sólida que serve de base para camadas de cascalho, areia, argila, e assim por diante; qualquer rocha sólida exposta à superfície da terra, ou coberta por material superficial, não consolidado.
Furo de sondagem – furo circular perfurado na terra, muitas vezes a uma grande profundidade, como um poço potencial para fins exploratórios de petróleo, gás ou água.
Barragens reguladoras – são pequenas barragens para armazenamento de sedimentos, construídas nos canais de barrancos íngremes, para estabilização do leito. Seu uso acontece mais comumente no controle do volume e da frequência do fluxo de resíduos canalizados. Barragens reguladoras são caras e, portanto, são normalmente erguidas em locais onde existam, na região inclinada, instalações importantes ou habitats naturais (como uma área de acampamento ou um leito de desova).
Parte 1. Glossário dos Termos Técnicos
Coluvião – termo geral aplicado a depósitos soltos e incoerentes, geralmente ao pé de encostas ou falésias, transportadas principalmente pela gravidade.
Bacia de sedimentos/detritos – (às vezes chamada de caixa, em esgotos pluviais) uma grande bacia escavada para a qual um fluxo de detritos é direcionada ou se dirige e onde rapidamente tem sua energia dissipada e sua carga depositada. Cavas de minas de cascalho ou pedreiras abandonadas são muitas vezes utilizadas como bacias de detritos.
Deslizamento em delta frontal – deltas frontais são regiões onde depósitos são mais ativos – deslizamentos subaquáticos ao longo das regiões costeiras e do delta, devidos à rápida sedimentação de argila fracamente consolidada, que possui baixa força e alta pressão intersticial.
Modelo Digital de Elevação (MDE) – modelo de elevação digital (MDE) é um arquivo digital composto de elevações do terreno em intervalos horizontais regularmente espaçados. (definição comercial – tecnologia nova).
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Modelo Digital do Terreno (MDT) – termo utilizado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos e outras organizações para descrever dados de elevação digital.
Abaixamento do nível da água – em rios, lagos, poços ou aquíferos subterrâneos, devido à retirada de água. Pode gerar taludes de pouca sustentação ou com terra mal compactada que podem causar deslizamentos.
Medidor Eletrônico de Distância (MED) – dispositivo que emite ondas de ultrassom que refletem em objetos sólidos e retornam para o medidor. O microprocessador do medidor converte o tempo decorrido para uma medida de distância. As ondas sonoras espalham se em 1 metro de largura para cada 10 metros medidos. Existem vários tipos disponíveis.
Epicentro – ponto sobre a superfície da Terra diretamente acima do foco de um terremoto.
Solo expansivo – tipo de solo que encolhe ou expande com o aumento ou redução do teor de umidade. As estruturas construídas sobre esse tipo de solo podem se deslocar, rachar e quebrar quando houver encolhimento ou expansão. Também conhecido como solos incháveis.
Extensômetro – um instrumento para medir pequenas deformações, como nos testes de tensão do solo.
Fator de segurança – é usado para fornecer uma margem de incerteza acima da capacidade teórica do solo durante a execução do projeto. A incerteza pode ser qualquer um de uma série de componentes do processo, incluindo cálculos e forças materiais, por exemplo. Geralmente, um fator de segurança inferior a 1, por exemplo,
na engenharia de um talude indica falha potencial, enquanto um fator de segurança maior que 1, indica estabilidade. (Referência 6)
Medição geodésica – investigação de qualquer questão científica relacionada à forma e dimensão da Terra.


Fratura – deformação quebradiça devido à perda momentânea de coesão ou perda de resistência à tensão diferencial com liberação da energia elástica armazenada. Tanto as diaclases quanto as paráclases são fraturas.
Sistema de Informação Geográfica (SIG) – um programa de computador e base de dados associada que permitem que as informações cartográficas (incluindo a informação geológica) sejam consultadas pelas coordenadas geográficas das características.
Geralmente os dados são organizados em “camadas”, representando diferentes entidades geográficas como a hidrologia, a cultura, topografia e assim por diante. Um sistema de informação geográfica, ou SIG, permite que informações de diferentes camadas sejam facilmente integradas e analisadas.
Risco geológico – qualquer condição geológica, natural ou provocada pelo homem, que representa um perigo potencial para a vida e a propriedade.
Exemplos: terremotos, deslizamentos, inundações, rachaduras do solo, erosão na praia, afundamento da superfície, poluição, saneamento básico, falhas em bases ou fundações.
Mapa geológico – mapa no qual estão gravadas a distribuição, a natureza e as relações de idade das unidades rochosas, bem como a ocorrência de características estruturais.
Geomorfologia – ciência que trata da configuração geral da superfície da Terra; mais especificamente, o estudo da classificação, descrição, natureza, origem e evolução das formas do solo e suas relações com as estruturas subjacentes, e da história das mudanças geológicas conforme registradas por essas características de superfície.

Estudos geofísicos – a ciência da Terra, por métodos físicos quantitativos, no que diz respeito à sua estrutura, composição e desenvolvimento.
Incluem as ciências da geologia dinâmica e da geografia física, fazendo uso da geodésia, geologia, sismologia, meteorologia, oceanografia, magnetismo, e outras ciências da Terra para recolher e interpretar dados da Terra.
Hidráulico – referente a fluidos em movimento; transporte ou ação da água; operado ou movido por meio de água, como na mineração hidráulica.
Hidrologia – ciência relacionada à água da Terra.
Inclinômetro – instrumento usado para medir inclinação horizontal.
Represa por deslizamento – barragem de terra criada quando um deslizamento
de terra bloqueia um córrego ou rio.
“Lahar” – deslizamento, fluxo de sedimentos ou de aluvião, de material piroclástico no flanco de um vulcão;
depósito produzido por um fluxo de sedimentos. “Lahars” são descritos como úmidos, se forem misturados com águas provenientes de chuvas pesadas, escapando de um lago de cratera, ou produzidos pelo derretimento da neve.
“Lahars” secas podem resultar de tremores de um cone ou do acúmulo de material que se torna instável em um solo íngreme. Se o material retém muito calor, é chamado “lahar” quente.
Liquefação – transformação de solos saturados, pouco compactados, de granulação grossa de um estado sólido para líquido. Os grãos do solo temporariamente perdem o contato uns com os outros, e o peso das partículas é transferido para a água intersticial.
Mapa de inventários de deslizamento – inventários identificam áreas que sofreram processos de deslizamento, incluindo os fluxos de sedimentos e áreas rachadas e preenchidas novamente.
Mapa de suscetibilidade ao deslizamento – vai além do mapa de inventários e descreve as áreas que têm potencial para deslizamentos. Estas áreas são determinadas pela correlação de alguns dos principais fatores que contribuem para os deslizamentos, como encostas íngremes, unidades geológicas frágeis que perdem força quando saturadas, e rocha ou solo mal drenados, com localização de deslizamentos de terra no passado.
Mapas de ameaça de deslizamento – mostram a extensão de áreas que ameaçam processos: onde os processos de deslizamento de terra ocorreram no passado, onde ocorrem agora e a probabilidade, em diversas áreas, de um deslizamento de terra ocorrer no futuro.
Mapas de risco de deslizamento – mostram ameaças de deslizamentos e a probabilidade de que ocorram, expressos em taxas de recorrência estatística; mapas de risco podem mostrar as relações custo / benefício, potencial de perda e de outros efeitos sócio-econômico potenciais em uma área e (ou) comunidade.
Litologia caráter físico de uma rocha, geralmente, determinado em nível microscópico, ou com o auxílio de uma lupa de baixa magnitude; estudo microscópico e descrição de rochas.


Loess – depósito generalizado, homogêneo, geralmente não estratificado, poroso, quebradiço, pouco coeso, geralmente com muito calcário, de cobertura fina (geralmente inferior a 30 m de espessura), constituído predominantemente de silte, com grãos secundários cujos tamanhos variam entre a argila e a areia fina.
Mitigação – atividades que reduzem ou eliminam a probabilidade de ocorrência de um desastre e (ou) atividades que dissipam ou diminuem os efeitos emergenciais dos desastres, quando realmente ocorrerem.
Deslizamento de lama (mudslide) – termo impreciso, mas popular, cunhado na Califórnia, E.U.A., frequentemente utilizado pelo público em geral e pela mídia para descrever um vasto escopo de eventos, incluindo desde as cheias carregadas de sedimentos aos deslizamentos. Não é tecnicamente correto. Por favor, consulte “fluxo de lama”, na entrada seguinte.
Fluxo de lama (mudflow) – termo geral para uma massa de relevo em movimento e processos caracterizados por um fluxo de massa contendo terra e grãos predominantemente finos que possuem um alto grau de fluidez durante o movimento. O teor de água pode chegar até 60 por cento.
Lençol freático empoleirado – águas subterrâneas do aquífero separadas do corpo da base principal de água subterrânea por uma zona não saturada.
Piezômetro – instrumento para medir a altura da pressão (pressão piezométrica) de canalizações, tanques ou solo – é um poço de diâmetro bem pequeno, utilizado para medir a carga hidráulica de água subterrânea em aquíferos.

Pressão de água intersticial – medida de pressão produzida pela altura de água em um solo saturado e transferida para a base do solo através da água contida nos poros. Esta é quantificável no campo por meio da medição da água livre na superfície do solo ou por medição direta da pressão por meio de piezômetros. A pressão de água intersticial é um fator chave nas falhas de solo em encostas íngremes e opera principalmente através da redução do peso da componente de resistência ao cisalhamento do solo.
Água dos poros ou água intersticial – água subsuperficial nos interstícios ou poros.
Argila rápida – É a argila que perde quase toda a sua força de cisalhamento após ser perturbada; material que não mostra nenhum ganho significativo na força depois da remodelagem.
Geologia / cartografia de reconhecimento – análise geral, exploratória ou levantamento das principais características de uma região, geralmente preliminar a um levantamento mais detalhado. Pode ser feito em campo ou no escritório, dependendo do grau de informação disponível.
Relevo – diferença de altitude entre os pontos altos e baixos de uma superfície da terra.
Risco – probabilidade de ocorrência ou grau esperado de perda, como resultado da exposição a um perigo.
Mecânica das rochas – ciência teórica e aplicada do comportamento mecânico das rochas, que representa um “ramo da mecânica preocupado com a resposta de rochas aos campos de força de seu ambiente físico.” .
Sifão – pequeno corpo de água que ocupa uma depressão fechada ou “bolsa” formada onde uma falha atual ou recente ou um deslizamento de terra tenha impossibilitado a drenagem.
Infiltração – drenagem subterrânea concentrada, indicada por fontes, sifões (bolsas d’água), lagoas ou áreas úmidas nas encostas abertas, e locais de escoamento ao longo de cortes de estrada. As localizações destas áreas de concentrado fluxo subsuperficial devem ser anotadas em mapas e perfis como locais potenciais de solo ativo e instável.
Falésia – escarpa/penhasco formado pela ação das ondas, corroendo a parede costeira em direção à terra.
Cisalhamento – deformação resultante de tensões que causam partes contíguas de um corpo a deslizarem um sobre o outro, em direção paralela ao seu plano de contato.
Lodo – mistura altamente fluida de água e material finamente dividido, por exemplo, o carvão pulverizado e a água por movimento de tubulações ou de cimento e água usados em fundações.
Mecânica de solos – aplicação dos princípios da mecânica e hidráulica para problemas de engenharia que lidam com o comportamento e a natureza dos solos, sedimentos e outros acúmulos não consolidados; o estudo das propriedades físicas e da utilização dos solos, especialmente em relação à engenharia de estradas e fundações.
Extensômetro – sismógrafo projetado para detectar a deformação do terreno, medindo o deslocamento relativo entre dois pontos.
Tensão – no sólido, força por unidade de área, atuando em qualquer superfície desta, expressa em quilos ou toneladas por polegada quadrada, ou dinas ou quilogramas por centímetro quadrado; por extensão, a pressão externa que cria a força interna.
“Sturzstroms” (termo alemão para avalanches rochosas) – uma enorme massa de movimento rápido de sedimentos de rocha e poeira, decorrentes da queda de um precipício ou montanha, descendo encostas íngremes e em terrenos baixos, muitas vezes por vários quilômetros em velocidades de mais de 100 km/h.
“Sturzstroms” são as mais raras e catastróficas de todas as formas de movimento de massa.
Deslizamento subaquático (submarino) – condições e processos ou aspectos de depósitos existentes ou situados no interior ou abaixo da água. Termo geralmente utilizado para especificar um processo que ocorre tanto em terra (quando o deslizamento se estende sob a água) ou com início subaquático, por exemplo, em afundamentos ou deslizamentos gravitacionais.
Subsidência – afundamento ou porção descendente da superfície da terra, sem restrição de taxa, magnitude ou área envolvida. A subsidência pode ser causada por processos naturais geológicos, como dissolução, compactação, ou retirada de lava fluida abaixo de uma crosta sólida ou por atividades humanas como a mineração de subsolos ou o bombeamento de óleo ou água subterrânea.
Geologia superficial – de depósitos superficiais, incluindo solos; o termo é por vezes aplicado ao estudo de camadas de rochas sobre ou próximas à superfície da Terra.
Solos expansivos – são solos ou camadas macias de rocha que aumentam de volume à medida que se molham e encolhem a medida que se secam. São comumente conhecidos por bentonita, ou solos de montmorinollita.
Tensão de tração – tensão normal que tende a separar o material em lados opostos do plano em que atua.
Intemperismo – processo destrutivo pelo qual a terra e materiais de rochas expostos à atmosfera sofrem desintegração física e decomposição química, resultando em alterações na cor, textura, composição ou forma. Esses processos podem ser físicos,
químicos ou biológicos.
Intemperismo, diferencial – quando o desgaste de um lado a outro de uma rocha ou da superfície exposta ocorre em ritmos diferentes, principalmente devido a variações na composição e na resistência da rocha. Isso resulta em uma superfície irregular com saliência de material mais resistente.
Intemperismo, mecânico – processos físicos pelos quais as rochas expostas à mudança do tempo desintegram se mecanicamente em solo. Esses processos incluem a mudança de temperatura (expansão e retração), ciclo gelo-degelo, e a atividade animal de construção de tocas.
Zoneamento – termo usado em geral, mesmo vagamente, para uma região de caráter mais ou menos latitudinal, diferenciada de regiões vizinhas por alguma característica distintiva; por exemplo, a zona tórrida da Terra, duas zonas temperadas e duas zonas frias. Para estudos de risco, as zonas são regiões geográficas ou denominações diferenciadas por uma variedade de diferentes critérios; por exemplo, zonas residenciais, zonas de baixo risco, zonas de alto risco.